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quarta-feira, 27 de junho de 2018

36º. SAPLARC 2018 - Prêmio Ouro - Pintura Desabitada




Pintura desabitada

O trabalho discute as atuais formas de atenção, interesse e investigação do autor para a pintura. Traz uma proposta onde a moldura não é vista somente como um adorno de acabamento, mas como uma peça que possibilite conter fragmentos em seu interior.
Relaciona a linguagem já citada, a memória do autor, ações da natureza e humanas, assumindo em sua poética criativa o universo materno pessoal encontrado na maneira como o artista entende os elementos que compõem o trabalho e de onde foram recolhidos. Esse procedimento conceitual busca reorganizar a poética do artista que procura novas dinâmicas dentro desse pensamento

Sobre a coleta das cascas de tinta


Pintura desabitada tem em sua origem a coleta de cascas de tintas sobrepostas, oriundas de camadas diversas de pinturas ao longo de décadas. Durante uma incursão aleatória pela cidade e com auxílio de uma espátula as paredes de casas escolhidas foram carimbadas e descascadas.



quinta-feira, 18 de janeiro de 2018

NATUREZA MORTA RECÉM-NASCIDA - fotografia | pintura - Salão de Artes Plásticas de Praia Grande 2017/18







         Trata-se de um trabalho colaborativo que discute as atuais formas de atenção do artista contemporâneo para alguns de nossos hábitos cotidianos, no que se refere aos produtos de consumo utilizados na fase inicial da vida do bebê, de 0 até 1 ano.
         A proposta faz refletir a real necessidade desses produtos e de como somos seduzidos pelas facilidades, atingidos pela mídia e pressionados pela sociedade. É a partir daí que assumo minha poética criativa - o universo materno pessoal, que está ligado a minha experiência infantil com o “não uso” desses produtos.
      Esse pensamento apresenta-se pela minha infância de 1980, somada com minha realidade atual. A ligação se dá no ato de apagar com solvente parte das imagens fotográficas depois de impressas. Foi dado uma atenção especial aos nomes dos produtos, marcas, mascotes e as logos, deixando os produtos sem identidade, como se nunca houvessem existido.
  
Sobre a captação das embalagens dos produtos usados na série fotográfica

Entre 2015 e 2016, dois casais de amigos meus, que tinham filhos meninos recém- nascidos (foi importante o sexo dos bebês para que eu pudesse relacionar com a minha experiência), guardaram as embalagens de produtos que eram usados com os bebês. Esse material foi separado por categorias (comida, higiene, medicamento, brinquedo, roupa, sapato, amaciante, objetos para o bebê e afins).
Também juntei e comprei diversos papéis de embrulho de presentes, com estampas variadas, com motivos para meninos, que futuramente fariam parte deste projeto. Além disso, também comprei tecidos coloridos para forração de mesas de festas, respeitando o mesmo pensamento das embalagens e dos papéis de embrulho. Todo esse material (embalagens e papéis) fizeram parte das montagens das naturezas mortas, que posteriormente foram fotografadas.

O projeto é composto por:

 ·    10 fotografias: digitais, com dimensões de 20 cm (largura) x 29 cm (altura), coloridas, impressas sobre papel couchê 150 gramas, com interferências de apagamentos com solvente químico de partes das imagens depois de impressas. São apresentadas em formato de pôster.


segunda-feira, 9 de outubro de 2017

NATUREZA MORTA RECÉM-NASCIDA | fotografia pintura - SAC Piracicaba 2017




         Trata-se de um trabalho híbrido entre fotografia e pintura com foco nos produtos de consumo utilizados na fase inicial da vida humana. A proposta questiona a real necessidade desses produtos e de como somos seduzidos pelas facilidades, atingidos pela mídia, envolvidos pela publicidade e pressionados pela sociedade. É a partir daí que assumo minha poética criativa - o meu universo materno, que está ligado com minha experiência infantil com o “não uso” de muitos desses produtos.

         Este projeto também participou do 80º. Salão Ararense de Artes Plásticas, do Salão de Artes Plásticas de Rio Claro e do Salão de Artes Visuais de Vinhedo em 2017.

domingo, 20 de setembro de 2015

76º. SAAP 2015 - ARARAS-SP | PINTURA NA PAISAGEM - PRÊMIO OURO





Trata-se de um híbrido de fotografia, pintura e land art (dentro do desenvolvimento, pensamento, procedimentos e lugar). Discute as atuais formas de atenção do artista contemporâneo para a paisagem. O trabalho relaciona ações da natureza e humanas, assumindo em sua poética criativa o universo materno do artista encontrado no cupinzeiro que dá origem à intervenção

A origem do trabalho


A paisagem real escolhida (paisagem rural da cidade de Paraíso-SP) recebeu uma pintura com um composto branco de cal e água, com dimensões de 7 metros de comprimento por 1 metro de largura. Em seguida foi fotografada em suas distintas etapas de feitura de tal modo que as formas ovoides brancas repetiram-se interagindo com um cupinzeiro natural.
Essas fotografias, depois de impressas e emolduradas, também receberam uma camada de pintura com tinta acrílica branca. Essa atitude foi tomada para que as fotografias se relacionem com a origem do trabalho.

sábado, 13 de dezembro de 2014

15º. SAMAP - JOÃO PESSOA-PB 2014




Gilio Mialichi - Série Ninho - desenho - 21 cm x 29 cm - 10 unidades - 2012
Impressão gráfica adesivada sobre placa de PVC



A série apresenta uma continuação da poética do artista e vê essa composição metaforicamente como uma gestação. Apresenta-se por meio de 10 desenhos, medindo 21 cm x 29 cm cada, impressões gráficas individuais adesivadas sobre placas de PVC e sem molduras.
 Esse projeto afirma, na sua feitura, um híbrido de autoria, manufatura, tecnologia e terceirização - da criação dos desenhos até o trabalho de impressão gráfica. A concepção dos desenhos se deu da seguinte maneira: um molde vazado com forma oval foi colocado sobre papel sulfite A4 branco. Dois carimbos contendo imagens de bebês (esses carimbos foram confeccionados por empresa especializada a partir de desenhos autorais) e tinta acrílica roxa foram usados para o preenchido (repetição e sobreposição) gerando cada desenho. As imagens dos carimbos também foram repetidas fora do molde. Em seguida cada desenho foi digitalizado e enviado para impressão em gráfica.
O XV SAMAP é uma realização do município de João Pessoa por meio da Funjope. O Casarão 34 foi a instituição que recebeu a exposição.


segunda-feira, 13 de outubro de 2014

"NINHÁRIO" | SESC RIBEIRÃO PRETO | 2014


Fabiola Notari, Angella Conte, Helen Faganelo e Gilio Mialichi



Ninhário discute e dá continuidade a atual relação e interesse do artista a seu universo materno, apresentando esse pensamento em uma investigação pictórica inédita.

Trata-se de uma série de pinturas feitas no muro do quintal do SESC Ribeirão Preto/SP, com tinta acrílica, dimensões e quantidades variadas em um espaço de 16,35 metros lineares com altura variável entre 1,76 m e 7,50 m

O trabalho participou de uma exposição coletiva denominada "Projetos de Abrigos", composta por Gilio Mialichi, Fabiola Notari, Angella Conte, Helen Faganello e Bruno Legítimo.

terça-feira, 9 de setembro de 2014

MC 2 - Movimentos Convergentes 2014


 
Gilio Mialichi - Monturo - intervenção

O MC 2 é um evento interativo com ações artísticas, debates e workshops e que dialoga com a arte contemporânea e a música em lugares heterodoxos, fora do âmbito tradicional proposto por museus e galerias.

         Durante duas semanas, artistas convidados do Brasil e do exterior ocupam o espaço urbano de modo significativo e a partir de linguagens heterogêneas. Site specific art, grafitti, instalações, intervenções, vídeos, exposição fotográfica e performances. Somado a variada gama de linguagens, apresentações musicais contemplarão alguns estilos tais como: blues, maracatu, reggae, hip hop, rock experimental. 

sexta-feira, 30 de agosto de 2013

Voa Leo


Gilio Mialichi - Trinitário - Performance
Roupas de bebê, tesoura, potes de vidro, cinza, fio de nylon, linha.

Exposição Coletiva de Arte Contemporânea com ênfase na obra do artista José Leonilson.

O projeto ‘VOA LEO’ , é um projeto de exposição coletiva, com a participação de 11 artistas e curadoria de Paulo Klein que busca interpretar as relações existentes entre os trabalhos apresentados e a poética do artista brasileiro contemporâneo José Leonilson.

Mais informações no AT| AL|609, em Campinas-SP.

domingo, 12 de maio de 2013

41º. SALÃO DE ARTE CONTEMPORÂNEA LUIZ SACILOTTO 2013 | SANTO ANDRÉ-SP


Trata-se de um dos salões de arte contemporânea mais importantes do Brasil. Essa edição contou com 485 artistas inscritos com 850 trabalhos. Deste montante foram selecionados 29 artistas pelo juri de seleção e premiação Agda Carvalho, Daniel Caballero e Nancy Betts.

Gilio Mialichi foi selecionado com o trabalho Pintura na Paisagem, uma série de três fotografias | impressões gráficas adesivadas sobre placa de PVC. Essa pesquisa discute as atuais formas de atenção do artista contemporâneo para a paisagem dentro de sua poética.

domingo, 13 de janeiro de 2013

Canteiro Caiado - performance - 2012


Aborda o atual interesse do artista pela performance dentro do seu mote criativo, o universo materno. O trabalho encontra-se reordenado e ganha o espaço urbano da cidade de Campinas-SP afirmando essa poética com o resgate da figura feminina jovem da memória do artista.
Canteiro caiado teve origem em uma vivência artística que abordou o experimento da performance como linguagem. Cal e uma fotografia são os elementos manipulados que constroem a ação incorporada à paisagem da cidade. 

sábado, 13 de outubro de 2012

segunda-feira, 1 de outubro de 2012

AÇÃO ASSÉPTICA - PERFORMANCE 2012




Tomando como base o universo materno, agora reordenado, apresenta “Ação Asséptica”. Trata da doença e da cura e um ritual de infância encontrado na memória e que agora ganhou importância e valor artístico durante a ação.

O trabalho apresenta uma assepsia durante um banho. A água tingida pelos medicamentos e pelo corpo é então fragmentada e contida em potes de vidro transparentes.

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

AÇÃO ASSINTOMÁTICA - PERFORMANCE

Ação Assintomática foi apresentada pela primeira vez no XI Festival de Apartamento de Campinas. Trata-se de um desdobramento da obra “Sintoma”. O trabalho tem aproximadamente trinta minutos entre respiração, percepção do ambiente, interação do público e assepsia.

Inicialmente, o corpo está em decúbito dorsal, dentro de uma forma ovóide de 2,5 m x 1 m forrado com algodão branco e seringas com leite, feito no chão, delimitando meu espaço de ação. Sobre a barriga um volume convexo de talco branco.

Em seguida o público pega as seringas e esguicha jatos de leite sobre o corpo. O próximo passo são movimentos que retiram todos esses desenhos do corpo com algodão e leite. A ação termina quando o corpo está livre da tinta roxa. Nesse momento o ambiente é abandonado.

segunda-feira, 1 de agosto de 2011

CONTEMPORÂNEA ART PARATY - 1º. Festival Internacional das Artes Visuais

Título: Derme
Ano: 2011
Dimensões: 64 cm de largura x 57 cm altura
Técnica utilizada: Fotografia

Quando li o tema do concurso logo pensei na infinidade de pessoas que existem, mas não somente em relação à questão étnico-genética de cada individuo. Criei um trabalho que apresentasse essa diversidade além da cor da pele e suas particularidades. Dessa forma, registrei um comportamento paralelo, sendo esse caracterizado por um ornamento. A obra “Derme” é uma fotografia que foge do suporte e da revelação convencionais. É uma impressão gráfica adesivada sobre placa de PVC sem moldura.
O processo criativo contou com aglomerados de biótipos distintos de peles (braço) e também de um manequim plástico que diz respeito às clonagens humanas. Esses braços receberam três imagens de bebês diferentes carimbadas e também adereços do tipo pulseiras que atuaram para reforçar a questão da diversidade cultural, das opiniões, das escolhas, dos gostos, dos comportamentos e dos valores. A ação de carimbar foi aleatória com cores universais – o branco e preto - e uma cor que me identificasse – o violeta. Os carimbos foram feitos com desenhos de minha autoria.
A figura do bebê remete a minha poética criativa. Trabalho relacionando ações da natureza e humanas pelo universo da maternidade. Utilizo sempre a repetição e a sobreposição, em algumas vezes o acaso, as ações do tempo e a transparência, como fator de grande importância para a criação, desenvolvimento e conclusão das obras. Nesse caso procurei uma parte anatômica que significasse ligação e convivência – o braço. Esse membro é significativo já que é com ele que nós também criamos, conquistamos e expressamos o que sentimos.


sexta-feira, 22 de abril de 2011

ÓVULOS


Esse trabalho de colagempintura foi realizado durante uma oficina orientada pela artista Leda Catunda que sugeriu o uso de tecidos entre outros materiais. Usei aqui tecidos de diferentes texturas, roxo de estêncil e carimbos sobre tela.

domingo, 20 de março de 2011

AÇÃO SINTOMÁTICA

Fotografia: Sidney Roland Performance apresentada no ATAL609 - lugar de investigações artísticas, em Campinas-SP que fez parte da exposição PP+PORO+GILIO. Confira a programação: No próximo dia 18 de março, a partir das 19h30, o Pparalelo de Arte Contemporanea apresenta no ATAL609, sua atual base de trabalho, três novos projetos expositivos, debate e lançamento do livro sobre intervenções artísticas do Poro. Corredores Culturais Derivado da inauguração do espaço no final do ano passado, o Pparalelo dá continuidade ao projeto Corredores Culturais que agora sai do espaço interno do ateliê, onde foi apresentado na forma de uma instalação, para ocupar-se da paisagem do campo, numa rápida incursão dos artistas do grupo em viagem para arredores de Campinas. Munidos de seus sleeping bags, que trazem a imagem de mapas com interferências criadas pelos artistas do grupo, o Pparalelo constrói essa experiência por meio de fotografia e dois vídeos que ocupam a Sala de Vitrine e o Art Display. Dessa forma, inicia as investigações propostas para esse ano de 2011, nas quais pretende realizar projetos paralelos (individuais e em grupo) que interrogam as possíveis combinações entre os espaços interno, externo, urbano e de campo e os campos de interesse artístico-cultural dos artistas do grupo. O Pparalelo recebe dois convidados para o mês de março: o Poro de Marcelo Terça-Nada e Brigida Campbell e Gilio Mialichi. Poro – interferências em arte O Poro – interferências em arte compartilha importantes espaços deste evento com o lançamento de livro, debate e um painel com intervenções do PP sobre cartazes do Poro. PP+Poro Livro e Debate PP+Poro é o título dado a esse painel com impressões gráficas originais do livro recentemente lançado pelo Poro e interferências do Pparalelo. O painel será apresentado na Sala Multiuso. Nessa mesma sala, ocorre o lançamento do livro Intervalo, respiro, pequenos deslocamentos – ações poéticas do Poro projeto premiado pelo Programa Brasil Arte Contemporânea da Fundação Bienal de São Paulo e Ministério da Cultura no ano passado. O livro relaciona a produção do Poro a uma discussão ampliada sobre ações artísticas que promovem a percepção sobre o espaço público, cidade, patrimônio, memória, trabalho colaborativo, inserções artísticas em espaços não institucionais e relações entre arte e política. Composto por muitas imagens de projetos realizados, o livro traz textos de Daniela Labra (pesquisadora e curadora – Rio de Janeiro), André Mesquita (pesquisador e ativista – São Paulo), Newton Goto (artista, pesquisador e curador – Curitiba), André Brasil (pesquisador da área de comunicação – Belo Horizonte), dentre outros. Além do lançamento do livro, a noite da abertura, no dia 18 traz também um debate com os artistas e a apresentação de um vídeo documentário com suas intervenções. Ação Sintomática de Gilio Mialichi A Sala de Entrada apresenta desdobramentos do projeto Sintoma do artista Gilio Mialichi. Sua primeira apresentação no 61º. Salão de Abril – Fortaleza, e agora o trabalho é reordenado para uma performance – Ação Sintomática e um painel com lambe-lambes – Da Série Sintoma, de aproximadamente 3 m² . Performance e painel guardam em comum o atual interesse do artista pela expressividade do corpo humano levado às configurações remetentes da concepção e maternidade. Carimbos, fotografias, colagem e cal são os componentes dessas ações que o artista apresenta. O ATAL609 é aberto ao público geral e espera pela presença de artistas e demais interessados nas proposições da arte contemporânea. Seu funcionamento adota o ritmo de ateliê e recebe visitas sob agendamento pelo telefone: 19.3255-7689 ou pelo email: contato@pparalelo.art.br. onde fica ATAL609R. Antonio Lapa, 609, Cambuí, Campinas - SP website http://poro.redezero.org/livro/ contato telefone: 19.3255-7689 ou pelo email: contato@pparalelo.art.br

segunda-feira, 3 de janeiro de 2011

IN MEMORIAM


Trata-se de uma série híbrida de desenho-objetos construídos em azulejos e molduras enceradas em bronze.

sexta-feira, 9 de julho de 2010

Obra para a escola modelo do SESI 005 de Limeira-SP


Trata-se de uma grande pintura em esmalte e acrílica sobre tela criada exclusivamente para o acervo da escola modelo do SESI 005 de Limeira-SP. A imagem acima mostra Gilio Mialichi e sua obra "Da Série Ofanato".

terça-feira, 2 de março de 2010

INTERVENÇÃO URBANA - SINTOMA


Gilio Mialichi foi selecionado no 61º. Salão de Abril em Fortaleza-CE com uma intervenção urbana. A obra "Sintoma" é composta de uma impressão em formato de outdoor e será locada na rua e 10 impressões digitais, da mesma série, que servirão de documento e será acomodada dentro do salão. As intervenções urbanas têm o caráter de modificar a paisagem da cidade e interagir com o público.
Foram selecionadas 30 obras dos 405 trabalhos inscritos para o 61º Salão de Abril. Cada artista participante receberá um incentivo de R$ 2,5 mil da Prefeitura Municipal de Fortaleza, por meio de sua Secretaria de Cultura (Secultfor).
A comissão julgadora foi composta por três membros de grande atuação na área das artes visuais: Ivo Mesquita, diretor da Pinacoteca de São Paulo, Jacqueline Medeiros, coordenadora do núcleo de artes visuais do Centro Cultural Banco do Nordeste de Fortaleza, e Suely Rolnik, curadora e professora titular da PUC-SP.
Para a seleção levou-se em conta o potencial sensível das produções, o rigor da apresentação e a possibilidade de diálogo de cada uma com as outras.
A edição deste ano está prevista para o período de 16 de abril a 30 de maio. A temática continua a mesma da edição passada: "Qual o lugar da arte?". Conforme a coordenação do evento, o intuito é dar continuidade à reflexão da relação do homem com o espaço, a questão da identidade e da coletividade e o papel da arte na contemporaneidade, instigando o pensamento sobre o lugar que esta ocupa na sociedade.
Assim, permanece o circuito expositivo do Salão que reúne espaços como a Praça do Passeio Público, as ruas Major Facundo e Senador Alencar, o Centro de Referência do Professor, entre outros locais não-convencionais de fruição artística.
Um dos destaques desse número é a concessão de uma bolsa de incentivo à formação, no valor de R$ 10 mil, a um artista escolhido entre os 30 selecionados, para desenvolvimento, no período de pelo menos 30 dias, de ações de suporte às atividades de formação e capacitação, por meio da realização de programas de treinamento, residências, trocas de experiências, entre outras ações.